Stephen Colbert vai apresentar os Emmy 2017

Stephen Colbert será o apresentador da cerimónia de entrega dos Emmy em 2017, que vai ser transmitida em direto a 17 de setembro para galardoar os melhores da televisão

Está escolhido o anfitrião da noite mais importante da ficção televisiva norte-americana. Stephen Colbert será o apresentador da cerimónia de entrega dos prémios Emmy, que decorrerá em direto a 17 de setembro, mantendo como sua "casa" o Microsoft Theater, em Los Angeles.

O norte-americano de 52 anos, atual condutor do Late Show With Stephen Colbert, segue, assim, as pisadas de figuras como Ellen DeGeneres, David Letterman, Neil Patrick Harris, Jimmy Kimmel, Jimmy Fallon, Conan O'Brien ou Seth Meyers, todos eles ex-apresentadores dos Emmy.

Os rostos do late night norte-americano dominam, desta forma, as principais cerimónias de prémios deste ano, com Jimmy Fallon nos Globos de Ouro, Jimmy Kimmel nos Óscares e James Corden nos Grammy.

"O Stephen é o derradeiro mestre-de-cerimónias. E, como vimos nos últimos meses, ele tem uma paixão pelo direto em televisão [referindo-se ao especial apresentado por Colbert no dia das eleições presidenciais]. Estamos ansiosos para honrar os melhores da televisão enquanto divertimos o público com a energia criativa e a comédia acutilante de Stephen Colbert", afirmou em comunicado Jack Sussman, responsável da programação especial e em direto da CBS, que transmitirá os Emmy.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Islamofobia e cristianofobia

1. Não há dúvida de que a visita do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos de 3 a 5 deste mês constituiu uma visita para a história, como aqui procurei mostrar na semana passada. O próprio Francisco caracterizou a sua viagem como "uma nova página no diálogo entre cristianismo e islão". É preciso ler e estudar o "Documento sobre a fraternidade humana", então assinado por ele e pelo grande imã de Al-Azhar. Também foi a primeira vez que um Papa celebrou missa para 150 mil cristãos na Península Arábica, berço do islão, num espaço público.

Premium

Adriano Moreira

Uma ameaça à cidadania

A conquista ocidental, que com ela procurou ocidentalizar o mundo em que agora crescem os emergentes que parecem desenhar-lhe o outono, do modelo democrático-liberal, no qual a cidadania implica o dever de votar, escolhendo entre propostas claras a que lhe parece mais adequada para servir o interesse comum, nacional e internacional, tem sofrido fragilidades que vão para além da reforma do sistema porque vão no sentido de o substituir. Não há muitas décadas, a última foi a da lembrança que deixou rasto na Segunda Guerra Mundial, pelo que a ameaça regressa a várias latitudes.