RTP1 vai contar histórias de emigrantes portugueses

Cláudia Semedo e Tiago Góes Ferreira são os apresentadores de "Notícias do meu País". A estreia está marcada para sábado

Histórias de emigrantes portugueses espalhados pelo mundo. É esta a premissa do novo programa da RTP1, Notícias do meu País, que se estreia às 21.00 do próximo sábado, dia 3. Cabe a Cláudia Semedo e Tiago Góes Ferreira a apresentação do formato.

Todas as semanas, cada emissão conta as vidas de duas pessoas que atravessaram a fronteira em direção a outros mundos. "Em cada programa, dois países, dois emigrantes. Todas as viagens começam em Portugal. Com a ajuda preciosa de cúmplices, vamos ter acesso a informações privilegiadas que vamos transportar connosco dentro de uma garrafa", diz a estação pública em comunicado.

O "motard de Hamburgo" e a "fadista de Amesterdão", acrescenta a mesma nota, são os protagonistas do primeiro programa. Ele "nasceu em Sines, mas é na Alemanha que vive há mais de 40 anos", ela "começou a cantar com nove anos, em Lisboa". "Era a miúda da Boavista. Aos 19 anos viaja para a Holanda e não regressa", anunciam.

Message in a Bottle é uma produção da SP Entertainment.

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A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.