Rosália Amorim é a nova diretora do Dinheiro Vivo

Jornalista de 42 anos era diretora executiva da Media Rumo

Rosália Amorim é a nova diretora do Dinheiro Vivo. A jornalista, de 42 anos, assume o cargo já a partir de terça-feira, 4 de outubro.

A informação foi divulgada esta segunda-feira em comunicado da Comissão Executiva do Global Media Group, que adianta que Rosália Amorim tem uma carreira consolidada de mais de 20 anos no jornalismo, tendo sido, ao longo do último ano e meio, diretora executiva da Media Rumo, projeto editorial angolano que conta com vários títulos, dos quais se destacam a revista mensal Rumo e o semanário Mercado, ambos especializados na área económica.

Antes, fora editora da revista Exame, acumulando funções com as de coordenadora do caderno de economia do jornal Expresso e com os comentários semanais de Economia na SIC Notícias.

Rosália Amorim foi ainda coordenadora da revista Única, do Expresso, e da revista Intelligent Life/The Economist, na versão portuguesa. Licenciada em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa e com formação na área da economia e do jornalismo, é ainda autora do livro O Homem Certo para Gerir uma Empresa é uma Mulher, coautora d'O Livro do Bem Estar com Rosa Lobato de Faria e autora do blogue Executivos sem Gravata. Rosália Amorim iniciou a carreira jornalística em 1994, na Rádio Comercial.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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