Diretor da Vanity Fair anuncia saída ao fim de 25 anos no cargo

"Quero sair quando a revista está no topo"

O influente diretor da Vanity Fair, Graydon Carter, está em vias de passar a direção da revista norte-americana após 25 anos no cargo, depois de ter batido recordes de assinaturas após os ataques de Donald Trump.

"Quero sair quando a revista está no topo", afirmou Carter, de 68 anos, ao New York Times. "Quero sair enquanto ela está bem, tanto no domínio digital, quanto no papel", acrescentou.

Em dezembro de 2016, a revista, que combina cobertura de celebridades, jornalismo de investigação e perfis de personalidades, bateu o recorde de número de assinaturas em 24 horas, depois de ser alvo de um ataque de Donald Trump, através da rede social Twitter.

"Viram os maus números de vendas da Vanity Fair?", escreveu o ocupante da Casa Branca, que tem na comunicação social um dos seus alvos preferidos. "Fortes baixas, grandes preocupações, morte! Graydon Carter, nenhum talento, vai ter de sair!", acrescentou.

Trump reagia assim a um artigo corrosivo sobre um dos restaurantes da torre Trump, em Nova Iorque.

Graydon Carter adiantou ao New York Times que tinha pensado sair no início do ano, mas que a chegada de Trump à presidência dos EUA tinha-o levado a ficar mais algum tempo.

Carter sucedeu a Tina Brown, quando esta saiu para a revista New Yorker.

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