Diário de Notícias reforça liderança online nas marcas de referência

As marcas de informação do Global Media Group continuam a merecer a preferência do público nas plataformas digitais. O Diário de Notícias é líder absoluto nas marcas de informação de referência

Um ano de liderança. O Ranking Netscope de maio coloca o Global Media Group (GMG) numa consecutiva liderança em termos absolutos do ranking nacional. O grupo lidera assim pelo décimo segundo mês consecutivo com 68,3 milhões de visitas totais. Em páginas vistas, o GMG acumula 340,5 milhões, das quais 190,6 milhões são provenientes de acessos mobile, o que confere a liderança neste indicador em acessos através de tablets e smartphones.

A confirmar a liderança no segmento da informação de referência, o Diário de Notícias atingiu 14,7 milhões de visitas e 48,6 milhões de páginas vistas, ficando à frente do site do jornal Público, e com a maior distância entre ambos desde o início do ano em páginas vistas (12,7 milhões de visitas e 43,2 milhões de pageviews), e do Expresso (10,4 milhões de visitas e 31,1 milhões de páginas vistas).

A liderança do Diário de Notícias estende-se também aos acessos mobile, com 9,9 milhões de visitas e 23,2 milhões de páginas vistas.

Com 22,7 milhões de visitas e 121,9 milhões de páginas vistas no mês de maio, o Jornal de Notícias conquista o seu melhor resultado de sempre neste último indicador.

Nas marcas desportivas, O Jogo capta 95,8 milhões de páginas vistas e os seus 18,2 milhões de visitas conferem-lhe o melhor resultado do ano.

A marca de informação económica do grupo, Dinheiro Vivo, regista dois milhões de visitas e nove milhões de páginas vistas no mês de maio. Enquanto a marca de informação de rádio do grupo, a TSF, atingiu no mês de abril os dois milhões de visitas e os 8,7 milhões de páginas vistas.

A marca Delas reforçou a sua liderança no segmento de marcas femininas, com 2,8 milhões de visitas e 18,5 milhões de páginas vistas - segmento este em que se incluem marcas com longa presença no mercado como a Activa, a Máxima, a Vogue ou a Cosmopolitan. De salientar que a segunda marca neste segmento, a Activa, se distancia, registando 2,1 milhões de visitas e 7,7 milhões de páginas vistas.

No segmento automóvel, a marca Motor 24 continua a liderar, com 1,5 milhões de visitas e apresenta uma performance ascendente em páginas vistas, registando no mês de maio o seu valor mais alto, com 12,3 milhões, distanciando-se cada vez mais do segundo player deste segmento, a Autohoje (1,4 milhões e 4,2 milhões, respetivamente).

Os sites das revistas do Global Media Group continuam a apresentar um crescimento consistente e sustentado: a Volta ao Mundo conquista 8,7 milhões de páginas vistas e 800 mil de visitas; a Evasões 9,7 milhões de páginas vistas e um milhão de visitas e a Notícias Magazine quatro milhões de páginas vistas e 900 mil visitas.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?

Premium

Adriano Moreira

A crise política da União Europeia

A Guerra de 1914 surgiu numa data em que a Europa era considerada como a "Europa dominadora", e os povos europeus enfrentaram-se animados por um fervor patriótico que a informação orientava para uma intervenção de curto prazo. Quando o armistício foi assinado, em 11 de novembro de 1918, a guerra tinha provocado mais de dez milhões de mortos, um número pesado de mutilados e doentes, a destruição de meios de combate ruinosos em terra, mar e ar, avaliando-se as despesas militares em 961 mil milhões de francos-ouro, sendo impossível avaliar as destruições causadas nos territórios envolvidos.