A arte de bem escrever (sobre ciência)

A receita para escrever textos jornalísticos que envolvam conteúdos e termos científicos deve ser cuidada. O jornalista, cientifico ou não, deve ter em atenção a linguagem específica e técnica do campo das ciências.

Os alunos do 10.º ano da Escola Secundária de Montemor-o-Novo protagonizaram as sessões "Falando de Ciências" e "Faz a tua 1.ª Página" desta terça-feira.

Sendo desafiados a trabalhar na área das ciências e tecnologias, os alunos pesquisaram e selecionaram notícias na plataforna online do Diário de Notícias.

Inovações tecnológicas, curiosidades sobre a sobrepopulação mundial e descobertas no campo da medicina foram as escolhas da maioria dos jovens.

"Estar informado significa estar livre" é o mote utilizado pelo Media Lab para lançar a discussão sobre a necessidade de informação e as suas vantagens. "Quando estamos informados sobre um assunto podemos tomar decisões sobre ele", refere Patrícia, de 16 anos.

No Media Lab os alunos aprenderam ainda que a utilização de fontes de "informação funciona como um recurso confiável a que o leitor pode aceder para confirmar as suas dúvidas".

Um dos riscos a que os jovens estão sujeitos no universo online é o cyberbullying - prática que envolve o uso de meios digitais para intimidar e hostilizar uma pessoa.

As novas formas de comunicar através de meios digitais revolucionaram e ressuscitaram o valor da escrita, permitindo a áreas como a ciência, uma maior divulgação.

Para Helena Mascarenhas, docente de Português a vinda dos seus alunos ao Diário de Notícias revelou-se" fascinante", uma vez que "tiveram uma aborgame difente daquela a que estão habituados em aula". O "impacto extra-notícias" foi uma revelação para eles", referindo-se às causas de caráter social desenvolvidas pelo jornal.

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