Temporada de música clássica no Paço Ducal de Vila Viçosa abre hoje

Vila Viçosa, Évora, 26 abr 2019 (Lusa) - A temporada de concertos de música clássica, deste ano, na capela do Paço Ducal de Vila Viçosa, no distrito de Évora, abre hoje e é composta por oito recitais.

Segundo os promotores, a tradição musical da Casa de Bragança remonta ao período de construção do Paço Ducal, no início do século XVI, sendo a temporada de concertos deste ano comemorativa dos 200 anos do nascimento da rainha D. Maria II.

O concerto inaugural, intitulado "D. Maria II no Arquivo Musical do Museu Biblioteca da Casa de Bragança - I", a cargo de Rui de Luna (barítono), Pedro Vieira de Almeida (piano), Pedro Santos (acordeão) e Marcos Lázaro (violino), está marcado para hoje, às 21:00, numa iniciativa da Fundação da Casa de Bragança.

O programa deste ano prevê para o dia 31 de maio o concerto "D. Maria II - Viagens breves", com a participação de Patrizia Giliberti e Manuel Coelho.

Para o dia 28 de junho, está previsto o concerto "Hinos e Marchas para D. Maria II de Portugal", por Pedro Santos (acordeão) e João Pedro Silva (saxofone).

Estão ainda agendados os concertos "Sarau em homenagem a D. Maria II", dia 26 de julho, "Chansons d´Amour", 30 de agosto, "Rainha D. Maria II - Herança Musical", 27 de setembro e "A Música Sacra no Tempo de D. Maria II", 25 de outubro.

Os concertos na capela do Paço Ducal, com entrada livre, decorrem até outubro, na última sexta-feira de cada mês, estando o encerramento agendado para o dia 13 de dezembro, com um concerto de Natal, todos marcados para as 21:00.

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Ferreira Fernandes

A angústia de um espanhol no momento do referendo

Fernando Rosales, vou começar a inventá-lo, nasceu em Saucelle, numa margem do rio Douro. Se fosse na outra, seria português. Assim, é espanhol. Prossigo a invenção, verdadeira: era garoto, os seus pais levaram-no de férias a Barcelona. Foram ver um parque. Logo ficou com um daqueles nomes que se transformam no trenó Rosebud das nossas vidas: Parque Güell. Na verdade, saberia só mais tarde, era Barcelona, toda ela.