SAG GEST elege Conselho de Administração em 30 de maio

A SAG GEST convocou hoje os acionistas para uma assembleia-geral a realizar em 30 de maio para eleger o Conselho de Administração para 2018-2021 e decidir sobre a redução para três do número de membros deste órgão.

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a SAG GEST- Soluções Automóvel Globais informa que ordem de trabalhos da reunião magna contempla a deliberação sobre o número de membros que compõem o Conselho de Administração e a eleição da mesa da assembleia-geral e o Conselho de Administração para o quadriénio 2018-2021.

O Conselho de Administração propõe que o Conselho de Administração para 2018--2021 seja constituído por três membros: João Manuel de Quevedo Pereira Coutinho (presidente), Esmeralda da Silva Santos Dourado e Pedro Roque de Pinho de Almeida (ambos vogais).

Atualmente, o Conselho de Administração conta com sete membros, sendo liderado por João Pereira Coutinho.

Os acionistas serão também chamados a deliberar sobre o relatório de gestão e as demonstrações financeiras separadas do exercício de 2017 e apreciar o relatório sobre o governo da sociedade; votar o relatório consolidado de gestão e as demonstrações financeiras consolidadas do exercício de 2017 e deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados do exercício de 2017.

Da ordem de trabalhos faz ainda parte a decisão sobre a designação do revisor oficial de contas, sobre a declaração relativa à política de remunerações de órgãos sociais elaborada pela Comissão de Vencimentos e sobre a aquisição e alienação de ações próprias.

Em 2017, os prejuízos da SAG GEST, que importa as marcas Audi, Skoda e Volkswagen, agravaram-se para 13,8 milhões de euros.

"O Resultado Líquido Consolidado atribuível à SAG Gest foi, consequentemente, negativo em 13,8 milhões euros, valor que corresponde a um agravamento, não apenas em relação a 2016, mas também relativamente ao desempenho no primeiro semestre do ano de 2017", afirma a empresa num comunicado divulgado no final de abril e no qual recorda o prejuízo consolidado de 1,2 milhões que teve em 2016.

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