Ultradireita alemã em dificuldades por financiamento irregular

Berlim, 20 abr 2019 (Lusa) -- As suspeitas de financiamento irregular das campanhas eleitorais atingem a direita ultranacionalista Alternativa para a Alemanha (AfD), que parece estagnada nas sondagens, ano e meio depois de irromper como terceira força à escala nacional.

O Ministério Público abriu um processo contra o tesoureiro da AfD, Klaus Fohrman, por presumível violação da lei de financiamento dos partidos, noticia hoje o semanário "Der Spiegel", citado pela agência Efe.

Trata-se, segundo aquele meio, de irregularidades na contabilidade correspondente a 2016 e 2017, o ano em que a AfD se converteu na primeira formação de ultradireita com lugar no parlamento federal (Bundestag) desde a década de 50 do século passado.

Estas informações seguem-se à multa de 402.900 euros imposta esta semana pelo Bundestag à formação, por angariamento irregular de donativos relacionados com campanhas eleitorais e pelos quais se responsabiliza o presidente do partido, Jorg Meuthen.

As investigações sobre a AdF, líder da oposição parlamentar desde as eleições gerais de 2017, iniciaram-se há alguns meses, ao serem revelados donativos de 130.000 euros recebidos a partir da Suíça pela líder do grupo parlamentar, Alice Weidel.

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