São Tomé e Príncipe sobe em avaliação de desenvolvimento humano da ONU

São Tomé e Príncipe subiu uma posição e teve um índice de desenvolvimento humano (IDH) de 0,589 em 2017, segundo o relatório global do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), divulgado hoje.

O país insular está na posição 143 de 189, com um desenvolvimento considerado médio.

Para os cerca de 200 mil habitantes, a esperança média de vida à nascença é de 66,8 anos e a escolarização expectável é 12,5 anos, mas a população conclui uma média de 6,3 anos de escolaridade.

O PNUD destaca São Tomé e Príncipe como um dos países em que os professores estão menos preparados para ensinar às crianças. São Tomé e Príncipe é um dos quatro países do mundo em que menos de 30% dos professores recebem treino e preparação (27%).

São Tomé e Príncipe apresentou uma melhoria no Produto Interno Bruto de 1,6% entre 2016 e 2017, dando agora 3.053 dólares por habitante, um valor cinco vezes mais baixo do que a média mundial, que é de 15.439 dólares com valor de paridade de poder de compra.

O IDH é dividido em três dimensões da vida humana: saúde (aliada a longevidade), qualidade de vida (medida em rendimento nacional bruto per capita) e educação, com dados recolhidos por agências nacionais e internacionais até 15 de julho de 2018.

A edição deste ano destaca cinco aspetos de avaliação: qualidade do desenvolvimento humano, desigualdades de género, emancipação das mulheres, sustentabilidade ambiental (incluindo a qualidade ambiental como parte do desenvolvimento humano) e sustentabilidade socioeconómica.

De acordo com o relatório do PNUD, com dados relativos a 2017, a Noruega continua a ser o país mais desenvolvido do mundo, com um índice de 0,953 valores, enquanto o Níger, com 0,354 valores, é o menos desenvolvido atualmente.

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