Ricardo Melo Gouveia entusiasmado com GolfSixes em Cascais

O português Ricardo Melo Gouveia assumiu hoje o seu entusiasmo com a organização do torneio GolfSixes, na Quinta da Marinha, em Cascais, entre 07 e 08 de junho, pela primeira vez fora do Reino Unido.

"São notícias refrescantes para o golfe português. Eu joguei a primeira edição do GolfSixes em 2017 e foi um torneio fantástico, do qual todos os jogadores gostaram muito. Espero que este formato excitante possa inspirar uma nova geração de golfistas em Portugal", afirmou Melo Gouveia, citado pelo European Tour.

Em 2017, Melo Gouveia e José-Filipe Lima, atual número um português, levaram a equipa lusa aos quartos de final do torneio.

O presidente executivo do circuito, Keith Pelley, também partilhou a satisfação do golfista luso.

"Gostaria de agradecer ao município de Cascais e à U.COM pela sua visão em trazerem o GolfSixes ao público português e estamos seguros de que iremos passar um fim de semana fantástico em Cascais no próximo mês de junho", referiu Pellye, salientando que a organização fora do Reino Unido "é uma evolução verdadeiramente excitante".

O arranque do torneio no campo Oitavo Dunes, na Quinta da Marinha, foi antecipado em um dia e vai ser disputado em 07 e 08 de junho, uma sexta-feira e sábado, uma vez que no domingo, dia 09, vai ser disputada, no Porto, a final da Liga das Nações de futebol, competição para a qual Portugal está qualificado.

Neste torneio, que distribui um milhão de euros em prémios monetários, 16 pares por nações vão defrontar-se em partidas de seis buracos.

Os 16 pares vão ser divididos por quatro grupos, promovendo embates de todos contra todos em três partidas de seis buracos. Os dois primeiros de cada grupo avançam para os quartos de final, a disputar no segundo dia de prova.

Em 2018, o GolfSixes foi disputado em St. Albans, em Inglaterra e foi vencido pelos irlandeses Paul Dunne e Gavin Moynihan.

O Oitavos Dunes já recebeu o Open de Portugal entre 1953 e 1988, em 2005 e entre 2007 e 2009.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Crespo

E uma moção de censura à oposição?

Nos últimos três anos, o governo gozou de um privilégio raro em democracia: a ausência quase total de oposição. Primeiro foi Pedro Passos Coelho, que demorou a habituar-se à ideia de que já não era primeiro-ministro e decidiu comportar-se como se fosse um líder no exílio. Foram dois anos em que o principal partido da oposição gritou, esperneou e defendeu o indefensável, mesmo quando já tinha ficado sem discurso. E foi nas urnas que o país mostrou ao PSD quão errada estava a sua estratégia. Só aí é que o partido decidiu mudar de líder e de rumo.

Premium

Henrique Burnay

A ameaça dos campeões europeus

No dia 6 de fevereiro, Margrethe Vestager, numa só decisão, fez várias coisas importantes para o futuro da Europa, mas (quase) só os jornais económicos repararam. A comissária europeia para a Concorrência, ao impedir a compra da Alstom pela Siemens, mostrou que, onde a Comissão manda, manda mais do que os Estados membros, mesmo os grandes; e, por isso mesmo, fez a Alemanha e a França dizerem que querem rever as regras do jogo; relançou o debate sobre se a Europa precisa, ou não (e em que condições), de campeões para competir na economia global; e arrasou com as suas possibilidades (se é que existiam) de vir a suceder a Jean-Claude Juncker.