Portugal representado por nove atletas nos Europeus individuais de ténis de mesa

Portugal vai estar representado por nove atletas no campeonato da Europa individual de ténis de mesa, com destaque para Marcos Freitas, 15.º do 'ranking' mundial e quarto jogador europeu, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Federação Portuguesa de Ténis de Mesa confirmou a inscrição de cinco atletas masculinos e quatro femininas na prova, que vai decorrer de 18 a 23 de setembro, na cidade espanhola de Alicante.

Freitas é a principal 'esperança' lusa no quadro masculino, que terá ainda Tiago Apolónia, 36.º da hierarquia mundial, João Geraldo, 106.º, Diogo Carvalho, 170.º, e Diogo Chen, 287.º.

No quadro feminino, o destaque vai para Fu Yu, atual 32.ª jogadora do 'ranking' mundial e sétima jogadora europeia, mas também Shao Jieni, 144.ª mundial, Leila Oliveira, 201.ª, e ainda Célia Silva.

A comitiva integra ainda os técnicos Kong Guoping, Francisco Santos e Xie Juan, sendo chefiada pelo secretário-geral da federação, José Bentes.

O principal ausente é João Monteiro, que em 2016 ganhou a medalha de ouro em pares mistos, com a mulher, a romena Daniela Dodean, ainda a recuperar de lesão.

Além do ouro de Monteiro, Fu Yu conseguiu em Budapeste2016 uma medalha de prata, com João Geraldo e Tiago Apolónia a trazerem o bronze em pares masculinos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.