PJ detém alegado incendiário de Oliveira de Azeméis

Um homem acusado de ser responsável por um incêndio, no domingo em Oliveira de Azeméis, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ), revelou hoje essa autoridade policial, que no processo contou com a ajuda da GNR.

Em causa está um fogo florestal que deflagrou na freguesia de Cesar, no domingo, e, segundo a Diretoria do Norte da PJ, também afetou terrenos de Macieira de Sarnes e Oliveira de Azeméis, pondo em perigo "várias habitações".

"A PJ procedeu à identificação e detenção de um homem pela presumível autoria do crime de incêndio florestal", revela essa estrutura em comunicado. "O arguido já foi suspeito da prática de um crime de incêndio florestal no ano de 2010", acrescenta.

O homem em causa tem 57 anos de idade, é operário da construção civil e vai agora ser sujeito a um primeiro interrogatório judicial, após o que lhe serão aplicadas "as medidas de coação tidas por adequadas".

Contactado pela Lusa, o Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro indicou que o fogo que lavrou domingo em Oliveira de Azeméis teve início às 17:49, foi combatido por 17 homens e quatro veículos, tendo sido dado como controlado às 18:50.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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