Pedrógão Grande: Autarca admite que possa haver habitações não permanentes reconstruídas

O presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, admitiu hoje que podem existir casos de habitações não permanentes reconstruídas com apoios, ponderando avançar com um processo interno.

"Admito que se venha a provar que uma ou outra poderão não ser [de primeira habitação]", disse o autarca, que falou aos jornalistas antes de entrar para a autarquia, onde deverão estar a terminar as buscas da PJ relacionadas com as suspeitas de irregularidades na reconstrução de casas afetadas pelo grande incêndio de Pedrógão Grande, em junho de 2017.

Valdemar Alves referiu ainda que "poderá haver algumas declarações erradas" nos processos de reconstrução, esperando agora que, com a investigação, fique tudo esclarecido.

"Em boa hora vieram", disse, referindo-se aos inspetores da PJ que fizeram buscas na Câmara Municipal de Pedrógão Grande e na Casa da Cultura do mesmo município.

Em declarações aos jornalistas, o autarca referiu ainda que está a ponderar avançar com um processo interno para averiguar se houve irregularidades administrativas no processo de reconstrução por parte do município.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.