Livro de poesia de Oscar Maldonado vence Prémio Literário UCCLA

O paraguaio Oscar Maldonado venceu a edição deste ano do Prémio Literário UCCLA -- Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, com o livro de poesia "Equilíbrio Distante", anunciou a organização.

Em comunicado, a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) revelou que a obra vencedora da 3.ª edição do prémio foi apresentada no âmbito das celebrações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, na quinta-feira.

Oscar Ruben Lopez Maldonado, de 48 anos, é natural do Paraguai, mas reside em São Paulo, no Brasil.

Esta edição contou com 805 candidaturas, oriundas da Alemanha, Angola, Brasil, Cabo Verde, Espanha, Guiné-Bissau, Moçambique, Paraguai, Portugal e São Tomé e Príncipe.

Relativamente às idades dos concorrentes que submeteram candidaturas, verifica-se que 35% tinham entre os 16 e os 30 anos, 41% entre os 31 e os 50, 21% entre os 51 e os 70, e 3% entre os 71 e os 90 anos.

No que respeita ao género, 31% são mulheres e 69% são homens.

O prémio literário é uma iniciativa conjunta da UCCLA, da Editora A Bela e o Monstro e do Movimento 2014, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

O objetivo do prémio é estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela e conto) e da poesia, em língua portuguesa, por novos escritores.

O prémio foi lançado em 2015 e distinguiu, na 1.ª edição, o romance "Era Uma Vez Um Homem" da autoria de João Nuno Azambuja, de Portugal, e, na 2.ª edição, a obra "Diário de Cão" de Thiago Rodrigues Braga, de Goiás, Brasil.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Foi Centeno quem fez descer os juros?

Há dias a agência de notação Standard & Poor's (S&P) subiu o rating de Portugal, levando os juros sobre a dívida pública para os níveis mais baixos de sempre. No mesmo dia, o ministro das Finanças realçava o impacto que as melhorias do rating da República têm vindo a ter nas contas públicas nacionais. A reacção rápida de Centeno teve o propósito óbvio de associar a subida do rating e a descida dos juros às opções de finanças públicas do seu governo. Será justo fazê-lo?