Grupo extremista Estado Islâmico reivindica ataque na Austrália

O grupo 'jihadista' Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do ataque de hoje na cidade australiana de Melbourne, em que um homem esfaqueou mortalmente uma pessoa e feriu outras duas, segundo a agência Amq, ligada ao grupo.

"O autor da operação de [...] esfaqueamento em Melbourne é um dos combatentes do Estado Islâmico", disse "uma fonte de segurança" a Amaq, segundo um comunicado da agência difundido através do serviço de mensagens Telegram e cuja autenticidade não pode ser verificada.

"Trata-se de uma resposta para atacar os cidadãos da coligação", acrescenta a nota, numa alusão à aliança de países que luta contra os 'jihadistas' na Síria e no Iraque, liderada pelos Estados Unidos e de que a Austrália faz parte.

A polícia australiana anunciou estar a investigar como ato terrorista o ataque que hoje causou a morte a uma pessoa e feriu outras duas numa rua de Melbourne, adiantando que o suspeito era conhecido dos serviços de informação.

"Estamos a tratar o ataque como um ato terrorista", disse Graham Ashton, chefe da polícia do estado de Victoria, adiantando que o suspeito é de origem somali e conhecido das autoridades.

O responsável adiantou que o veículo do suspeito estava carregado de garrafas de gás.

Uma pessoa morreu hoje e outras duas ficaram feridas depois de terem sido esfaqueadas numa rua da cidade australiana de Melbourne por um homem que foi detido e transportado ao hospital em estado crítico, segundo fontes policiais.

As mesmas fontes adiantaram que um agente disparou contra o atacante no peito e que este se encontra em estado grave no hospital.

O ataque ocorreu às 16:20 locais (03:20 em Lisboa) quando o detido saiu de um veículo em chamas depois de ter colidido com a entrada de um centro comercial no centro de Bourke Street, uma das mais movimentadas da Austrália, e começou a esfaquear as pessoas.

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