Fundação Mirpuri vai ter uma equipa na Ocean Race

A Fundação Mirpuri anunciou hoje que vai participar na próxima e renovada edição da Ocean Race com uma equipa na classe VO65, uma competição disputada por todas as tripulações com o mesmo modelo de barco.

A equipa portuguesa terá o nome de 'Mirpuri Fountation Racing Team', mas, até ao momento, não foram adiantados mais detalhes sobre a constituição da mesma, anunciando, contudo, que está a estudar a possibilidade de competir igualmente na classe Imoca 60.

"Com a classe Imoca 60, que fará parte da Ocean Race em 2021, vamos assistir à mais rápida e exigente corrida jamais vista. Estou extremamente interessado nesta nova classe, que apresentará o melhor que há em tecnologia e inovação, junto com a sustentabilidade ambiental, tudo valores que acarinhamos na Fundação Mirpuri", avançou Paulo Mirpuri, fundador da Fundação portuguesa.

Tendo feito parte da antiga Volvo Ocean Race como Parceiro Principal para a Sustentabilidade, entre 2017 e 2018, a Fundação Mirpuri acredita que esta regata não é somente a mais difícil do mundo da vela, como no desporto em geral.

"Além da parte competitiva, a Ocean Race é igualmente uma poderosa plataforma de conexão e colaboração entre parceiros. E nós estamos orgulhosos do nosso trabalho no programa de Sustentabilidade, que desencadeou um movimento global contra a poluição de plástico nos oceanos", completou Paulo Mirpuri.

A próxima edição da Ocean Race terá início no outono de 2021 em Alicante, Espanha, e terminará na Europa no verão em 2022. O 'stopover' final ainda não é conhecido e a rota completa só será anunciada no próximo verão.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.