Em comunicado, a estrutura sindical dá conta da medida, que considera "intimidatória e atentatória" do direito à greve, constitucionalmente consagrado.."A posição da DGAJ é, pasme-se, sustentada numa deliberação de 2017 do colégio arbitral relativamente a uma greve decretada há mais de um ano.", lê-se no documento..O SFJ classifica a posição da DGAJ como "um atentado ao normal funcionamento das instituições e do Estado de Direito"..Para o sindicato, a ordem é ilegal e não deve ser acatada..O SFJ promete desencadear "todos os meios e instrumentos legais" para responsabilizar "todos quantos praticarem atos lesivos dos direitos" dos funcionários da Justiça..A greve foi marcada no decorrer de um plenário, realizado no final de uma manifestação, em Lisboa, em outubro..As principais razões do protesto dos funcionários judiciais prendem-se com a negociação do estatuto socioprofissional, o congelamento das promoções, a falta de efetivos, entre outras questões relacionadas com as condições de trabalho, como o excesso de horas não pagas, por vezes em período noturno.