Explosão no Cairo causa pelo menos 12 feridos

A forte explosão que ocorreu na noite de quinta-feira num reservatório de produtos químicos perto do aeroporto do Cairo, no Egito, causou pelo menos 12 feridos, afirmou Tamer al-Rifai, porta-voz do exército.

A explosão foi violenta e ouvida pelos residentes que vivem num bairro próximo do aeroporto, situado a norte da capital egípcia, ainda segundo esta fonte.

Segundo fontes citadas pela agência France Press, os 12 feridos foram "transportados para o hospital", não sendo revelada a gravidade dos ferimentos.

Tamer al-Rifai explicou, na sua conta da rede social Twitter, que foi "o aumento do calor" que causou a explosão.

A explosão ocorreu num reservatório de uma empresa especializada em "indústrias químicas", a Heliopolis for Chemical Industries, localizada numa área controlada pelo exército.

Na zona foi criado um perímetro de segurança com forte presença policial. Vários veículos de emergência e dos bombeiros foram enviados para o local para extinguir as chamas e prestar auxílio aos feridos.

O ministro da Aviação Civil, Yunes al-Masri, já negou que a explosão tenha ocorrido dentro do perímetro do aeroporto e garantiu que o movimento aéreo "continua de maneira natural e organizada".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.