Ex CEO da TAP Fernando Pinto recebe medalha de mérito do Governo

O ex presidente executivo da transportadora aérea TAP Fernando Pinto recebeu hoje, no Ministério da Economia, o grau ouro das medalhas de mérito de Turismo, que não eram entregues desde 2012.

Suspensas desde 2012 e retomadas este ano, as medalhas de mérito turístico são uma iniciativa governamental que visa distinguir pessoas singulares e instituições, nacionais ou estrangeiras, que tenham contribuído de modo relevante para o desenvolvimento do turismo nacional e para o reconhecimento de Portugal como destino turístico.

O enquadramento legal, de 1982, definiu as categorias ouro, prata e bronze e a atribuição de menções honrosas, sendo as distinções atribuídas objeto de um diploma e de um 'alvará' de concessão publicado em Diário da República, em cerimónia pública de investidura.

Seis personalidades foram hoje distinguidas pelo Governo com o grau ouro das medalhas de mérito turístico, incluindo o ex-presidente executivo (CEO) da TAP Fernando Pinto: Maria José Catarino, Ana Barbosa, Jorge Rebelo de Almeida, Mário Ferreira e Raul Martins.

Com grau prata foram agraciados Confeitaria Nacional, Ana Garcia, Augusto Pólvora (a título póstumo), ALEP - Associação do Alojamento Local em Portugal e Complexo Vista Alegre.

O bronze foi para Begoña Iñiguez e Adega Mayor, enquanto as menções honrosas foram atribuídas à Rota Vicentina, Passadiços do Paiva e Programa Hospedes (AHP).

Suspensas em 2012 e retomadas este ano, as medalhas destacaram "pessoas que deram um contributo muito importante para posicionar Portugal como Melhor Destino Turístico do Mundo", segundo o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

Já a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, afirmou que "Tal como Portugal é um destino #cantskip, estas são também pessoas #cantskip para o Turismo em Portugal".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Pedro Lains

O Banco de Portugal está preso a uma história que tem de reconhecer para mudar

Tem custado ao Banco de Portugal adaptar-se ao quadro institucional decorrente da criação do euro. A melhor prova disso é a fraca capacidade de intervir no ordenamento do sistema bancário nacional. As necessárias decisões acontecem quase sempre tarde, de forma pouco consistente e com escasso escrutínio público. Como se pode alterar esta situação, dentro dos limites impostos pelas regras da zona euro, em que os bancos centrais nacionais respondem sobretudo ao BCE? A resposta é difícil, mas ajuda compreender e reconhecer melhor o problema.