Estados Unidos afirmam que ataque aéreo na Somália matou 52 extremistas do Al-Shabab

O exército dos Estados Unidos anunciou hoje que realizou um ataque aéreo na Somália que matou 52 extremistas do grupo Al-Shabab, em resposta a um ataque às forças somalis.

Segundo uma declaração do comando africano dos Estados Unidos, citada pela AP, o ataque aéreo ocorreu sábado perto de Jilib, na região de Middle Juba.

Os Estados Unidos dizem que as forças somalis foram atacadas por um "grande grupo" de extremistas ligados à Al Qaeda.

A declaração não diz quantas forças somalis foram mortas ou feridas. Não há relatos de americanos mortos ou feridos.

O Al-Shabab, através da sua agência de notícias Shahada, afirmou que o ataque a duas bases do exército somali matou pelo menos 41 soldados, avançando que ocorreu na área Bar Sanjuni perto da cidade portuária de Kismayo.

Não houve comentários imediatos do governo da Somália.

Na vizinha Etiópia, a televisão estatal citou o Ministério da Defesa dizendo que mais de 60 combatentes da Al-Shabab foram mortos e que quatro veículos carregados de explosivos foram "destruídos".

A Etiópia contribui com tropas para uma missão multinacional de manutenção da paz da União Africana na Somália.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.