Autorizado investimento de 1,2ME para remodelação do bloco operatório de Chaves

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) vai avançar com a remodelação e beneficiação do bloco operatório do hospital de Chaves, depois do Governo autorizar o investimento de cerca de 1,2 milhões de euros.

Foi autorizada, pelos ministérios das Finanças e Saúde, a realização do investimento para a requalificação e beneficiação do bloco operatório da unidade hospitalar de Chaves no valor de 1,2 milhões de euros (acresce IVA), sendo parte deste valor objeto de comparticipação comunitária pelo programa Norte 2020.

A portaria que autoriza este investimento foi publicada hoje em Diário da República.

A administração do CHTMAD referiu, em comunicado, que a remodelação do bloco operatório, nomeadamente a atual sala do bloco dedicada ao serviço de urgência, tem como objetivo "uma organização mais ajustada às necessidades, otimizando circuitos e condições físicas".

A ideia é ainda "melhorar a funcionalidade, capacidade e espaço e respondendo às exigências atuais com utilização das tecnologias mais recentes".

A verba vai ser aplicada na obra e ainda nos equipamentos do bloco operatório do hospital de Chaves, nomeadamente a atual sala do bloco dedicada ao serviço de urgência.

Com este investimento, o conselho de administração acredita "estar a contribuir para um maior conforto, segurança e humanização de um espaço que tem como propósito assegurar cuidados de saúde de qualidade".

Chaves é uma das unidades hospitalares afetas ao CHTMAD, que tem sede social em Vila Real.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.