Autárquicas: Presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos (PS) recandidata-se ao cargo

O presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, André Rijo, vai recandidatar-se ao cargo nas eleições autárquicas de 01 de outubro, anunciou hoje a candidatura.

André Rijo justificou que se recandidata por considerar que "há ainda muito por concretizar no concelho para o tornar mais desenvolvido" e por ter recebido o apoio do PS, que aprovou por unanimidade a sua recandidatura.

Se for eleito, o socialista tem como prioridades para o seu segundo mandato a construção da variante à vila de Arruda dos Vinhos para captar mais investimento para o concelho, a requalificação e ampliação do bairro social de João de Deus, a requalificação urbana da vila e das sedes de freguesia e a conclusão do saneamento básico, cuja cobertura passou dos 35 para os 70% neste atual mandato.

André Rijo, 33 anos, é advogado, tendo suspendido o exercício da profissão quando, em 2013, ganhou a presidência do município.

O socialista é o terceiro cabeça-de-lista a aparecer no concelho, depois de Luís Rodrigues (PSD) e Ana Pena (CDU).

Nas eleições autárquicas de 2013, o PS ganhou a Câmara ao PSD, elegendo quatro elementos, contra três do PSD.

Desde 2013 que o executivo municipal aumentou de cinco para sete eleitos, na sequência do aumento da população e de votantes no concelho.

Nos últimos dias, o PS apresentou também a recandidatura de Catarina Gaspar à assembleia municipal e a candidatura de Fábio Morgado e Hélio Vicente como cabeças-de-lista respetivamente às freguesias de Arruda dos Vinhos e S. Tiago dos Velhos.

A apresentação dos cabeças-de-lista às freguesias de Cardosas e Arranhó foi cancelada e adiada, na sequência do incêndio, que deflagrou sábado, em Escalos Fundeiros, concelho de Pedrógão Grande, alastrou depois aos concelhos vizinhos de Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria, e entrou também no distrito de Castelo Branco, pelo concelho da Sertã.

O último balanço dá conta de 62 mortos civis e 135 feridos, entre os quais 121 civis, 13 bombeiros e um militar da GNR. Dos 135 feridos, sete estão em estado grave: cinco bombeiros voluntários e dois civis. Há ainda dezenas de deslocados, estando por calcular o número de casas e viaturas destruídas.

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