Autárquicas: Empresária Ana Bravo lidera coligação CDS-PP/MPT/PPM em Mourão

A economista e empresária Ana Bravo vai encabeçar a lista da coligação CDS-PP/MPT/PPM à Câmara Municipal de Mourão, no distrito de Évora, liderada pelo PS, nas eleições autárquicas de 01 de outubro.

Ana Bravo, que não tem filiação partidária, revelou hoje à agência Lusa que vai candidatar-se ao município através da coligação formada pelo CDS-PP, Partido da Terra -- MPT e Partido Popular Monárquico (PPM) com a designação "Unidos por Mourão".

Natural de Palmela, no distrito de Setúbal, a candidata realçou que tem "raízes familiares" em Mourão, dividindo, atualmente, a sua residência entre esta vila alentejana e Lisboa, onde estudou e trabalhou.

Licenciada em economia pela Universidade Nova de Lisboa, Ana Bravo, 55 anos, é proprietária de uma unidade de turismo em Mourão e voluntária no Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) de Lisboa, entre outras atividades profissionais.

A candidata adiantou que a apresentação da sua candidatura está marcada para o dia 27 deste mês, num restaurante de Mourão, estando prevista a presença da líder do CDS-PP, Assunção Cristas.

Para as próximas eleições autárquicas, o PSD já anunciou que vai voltar a candidatar à Câmara de Mourão Anabela Caixeiro, de 36 anos, assistente social e, no atual mandato, vereadora da oposição, sem pelouros.

A câmara municipal é presidida por Maria Clara Safara, eleita pelo PS, sendo o executivo composto por três eleitos do PS e dois da coligação PSD/CDS-PP.

No distrito de Évora, com 14 concelhos, a CDU lidera em seis municípios (Alandroal, Arraiolos, Évora, Montemor-o-Novo, Mora e Vila Viçosa), o PS em cinco (Mourão, Portel, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas e Viana do Alentejo) e os outros três (Borba, Estremoz e Redondo) são presididos por movimentos independentes.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Pedro Lains

"Gilets jaunes": se querem a globalização, alguma coisa tem de ser feita

Há muito que existe um problema no mundo ocidental que precisa de uma solução. A globalização e o desenvolvimento dos mercados internacionais trazem benefícios, mas esses benefícios tendem a ser distribuídos de forma desigual. Trata-se de um problema bem identificado, com soluções conhecidas, faltando apenas a vontade política para o enfrentar. Essa vontade está em franco desenvolvimento e esperemos que os recentes acontecimentos em França sejam mais uma contribuição importante.