Autárquicas: António Candeias lidera movimento independente à Câmara de Grândola

O empresário António Candeias, de 67 anos, é o cabeça-de-lista do movimento independente "Grândola Melhor" (GM) à câmara deste concelho alentejano nas eleições autárquicas de 01 de outubro, revelou hoje o próprio à agência Lusa.

Natural e residente em Melides, no concelho de Grândola (Setúbal), António Candeias já liderou o movimento GM nas autárquicas de 2013 e foi eleito vereador na câmara, de maioria CDU, assumindo pelouros.

O candidato é, atualmente, o vereador responsável pelo Ambiente, Oficinas, Frota de máquinas e viaturas, Água e Saneamento, Obras Públicas e Cemitério.

Formado pelo National Swimming Pool Institute dos Estados Unidos da América nas especialidades de hidráulica e tratamento físico e químico da água de piscinas e estruturas, criou ou geriu, ao longo da sua carreira, diversas empresas ligadas à construção daqueles equipamentos e de moradias e ao imobiliário, em Portugal e no estrangeiro.

Foi presidente da Associação dos Profissionais de Piscinas de Instalações Desportivas e Lazer, em 2011, e, no ano seguinte, foi indigitado para a presidência da European Union of Swimmingpool and Spa Associations, mas renunciou ao cargo por ser candidato à Câmara de Grândola.

Entre 2001 e 2004, presidiu à Junta de Freguesia de Melides e, depois, até 2013, foi presidente da Assembleia da mesma freguesia, sempre eleito como independente nas listas do PS.

Além de António Candeias, candidatam-se à Câmara de Grândola nas autárquicas deste ano o atual presidente, António Figueira Mendes (CDU), Aníbal Cordeiro (PS), Sónia dos Reis (PSD) e José Ramos (BE).

O executivo municipal é atualmente constituído por três eleitos da CDU, dois do PS, um do movimento independente Grândola Melhor e um do Movimento Independente para Grândola.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Pedro Lains

"Gilets jaunes": se querem a globalização, alguma coisa tem de ser feita

Há muito que existe um problema no mundo ocidental que precisa de uma solução. A globalização e o desenvolvimento dos mercados internacionais trazem benefícios, mas esses benefícios tendem a ser distribuídos de forma desigual. Trata-se de um problema bem identificado, com soluções conhecidas, faltando apenas a vontade política para o enfrentar. Essa vontade está em franco desenvolvimento e esperemos que os recentes acontecimentos em França sejam mais uma contribuição importante.