Alva Noto e Planetary Assault Systems no festival Forte em Montemor-o-Velho

O artista alemão Carsten Nicolai, conhecido como Alva Noto, e Planetary Assault Systems, projeto do britânico Luke Slater, vão atuar no festival de música eletrónica Forte, em Montemor-o-Velho, anunciou hoje a organização.

Alva Noto, cofundador da editora Raster Noton, juntamente com Olaf Bender, compôs a banda sonora do filme "The Revenant" com Ryuchi Sakamoto e edita este ano o álbum "Uniegav", sublinhou a organização do Forte, festival que vai realizar-se de 30 de agosto a 02 de setembro.

Também no evento vai participar Luke Slater, "lenda do 'techno' britânico", que regressa ao castelo com Jaygo Bloom no projeto Planetary Assault Systems, apresentando "o único espetáculo que realizam no mundo inteiro este ano, com uma performance audiovisual exclusiva", realça a nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Também hoje foram anunciadas as presenças de Adam X, figura da cultura techno de Nova Iorque, do produtor francês ShlØmo e de Robert Lippok, que vai apresentar o seu novo trabalho audiovisual.

Pelo festival, também participam os portugueses Enko e Marum.

Os nomes hoje revelados juntam-se aos já anunciados Anastasia Kristensen, Antigone vs Francois X, Blush Response, Donato Dozzy, Electric Indigo, Extrawelt, Function, Hedonic 2, Helena Hauff, I Hate Models, Lena Willikens, Monolake Surround, Mumdance, Neel, Oscar Mulero, Stanislav Tolkatchev, Surgeon, Svreca, The Hacker e Umwelt.

O festival Forte, que vai na sua 5.ª edição, decorre no Castelo de Montemor-o-Velho.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Isabel Moreira ou Churchill

Numa das muitas histórias que lhe são atribuídas, sem serem necessariamente verdadeiras, em resposta a um jovem deputado que, apontando para a bancada dos Trabalhistas, perguntou se era ali que se sentavam os seus inimigos, Churchill teria dito que não: "Ali sentam-se os nossos adversários, os nossos inimigos sentam-se aqui (do mesmo lado)." Verdadeira ou não, a história tem uma piada e duas lições. Depois de ler o que publicou no Expresso na semana passada, é evidente que a deputada Isabel Moreira não se teria rido de uma, nem percebido as outras duas.