Alunos do Porto conseguem segundo prémio em Feira Internacional de Ciências e Engenharia

Os alunos do Colégio Luso-Francês, no Porto, conseguiram o segundo prémio na área da microbiologia na Feira Internacional de Ciências e Engenharia, que decorre nos Estados Unidos, desenvolvendo um fungicida natural à base de extratos de algas.

"Foram quatro os projetos que este ano representaram Portugal na mais prestigiada Feira Internacional de Ciências e Engenharia (Intel ISEF) em Pittsburgh, na Pensilvânia. Para Portugal vem o 2.º Prémio atribuído pela Society for Science & the Public ao projeto de Ciências do Ambiente desenvolvido por Eduardo Nogueira, Francisca Martins e Gabriel Silva, do Colégio Luso-Francês, no Porto", refere a Fundação da Juventude em comunicado.

Os jovens estudantes do Porto conquistaram o segundo prémio da categoria de microbiologia com o projeto "ShealS - Sea Heals Soil", desenvolvido na área da Ciências.

"Os jovens cientistas desenvolveram um fungicida natural à base de extratos de algas da costa portuguesa para combate" a um dos 100 fitopatogénicos exóticos invasores mais prejudiciais a nível mundial, explica.

Francisco Maria Balsemão, Presidente da Fundação da Juventude, considerou que é importante que "apoiar e fomentar" o desenvolvimento científico em Portugal.

"Estes jovens provam que se pode começar bem cedo nas escolas. Apesar de sermos um país pequeno já alcançámos uma quota de participação significativa", afirmou.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Começar pelas portagens no centro nas cidades

É fácil falar a favor dos "pobres", difícil é mudar os nossos hábitos. Os cidadãos das grandes cidades têm na mão ferramentas simples para mudar este sistema, mas não as usam. Vejamos a seguinte conta: cada euro que um português coloca num transporte público vale por dois. Esse euro diminui o astronómico défice das empresas de transporte público. Esse mesmo euro fica em Portugal e não vai direto para a Arábia Saudita, Rússia ou outro produtor de petróleo - quase todos eles cleptodemocracias.

Premium

Brexit

"Não penso que Theresa May seja uma mulher muito confiável"

O diretor do gabinete em Bruxelas do think tank Open Europe afirma ao DN que a União Europeia não deve fechar a porta das negociações com o Reino Unido, mas considera que, para tal, Theresa May precisa de ser "mais clara". Vê a possibilidade de travar o Brexit como algo muito remoto, de "hipóteses muito reduzidas", dependente de muitos fatores difíceis de conjugar.