Exclusivo Genocídio arménio. O corretivo ao qual Erdogan não vai responder 

Fragilidade económica em que se encontra o país desaconselha qualquer resposta musculada do presidente turco ao reconhecimento de Joe Biden sobre massacres aos arménios.

Em 2015, ano que marcou o centenário do início do genocídio arménio, uma sondagem revelava que 91% dos turcos não acreditavam que os seus antepassados haviam seguido uma política de extermínio resultante em até 1,5 milhões de mortos. A Turquia nunca conseguiu olhar para o espelho e admitir o que historiadores (não turcos) estabelecem como um facto, pelo que o recente reconhecimento do genocídio arménio, por parte do presidente dos Estados Unidos Joe Biden, é mais um golpe na construção histórica da Turquia moderna, assente no orgulho nacionalista dos Jovens Turcos, responsáveis a um tempo pelas bases da modernização do país e por crimes hediondos.

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