Rússia avisa que resposta à expulsão de diplomatas da Bulgária poderá afetar toda a União Europeia

A Suíça recebe a partir desta segunda-feira a conferência de Lugano, onde aliados da Ucrânia, instituições internacionais e setor privado discutem um "plano Marshall" para a reconstrução do país, invadido e em parte destruído na sequência da ofensiva russa.

DN
© EPA/STR
Reino Unido alarga sanções à Bielorrússia à exportação de artigos de luxo

O Reino Unido prepara-se para impor novas sanções económicas à Bielorrússia pelo seu apoio ao Governo russo à guerra na Ucrânia, incluindo uma interdição ao comércio bilateral de bens, entre os quais tecnologia e bens de luxo.

A medida tem um impacto no valor de 60 milhões de libras (cerca de 70 milhões de euros).

O Governo britânico vai avançar terça-feira com a legislação que lhe permitirá aplicar estas sanções, já impostas ao regime russo após a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro.

De acordo com a declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Reino Unido proibirá a exportação para a Bielorrússia de "produtos petrolíferos refinados, componentes de tecnologia avançada, tais como os utilizados na computação quântica, e artigos de luxo, como obras de arte".

Lusa

Moscovo homenageia separatistas ucranianos com nome de zona na cidade

A Câmara Municipal de Moscovo anunciou hoje que vai homenagear os separatistas pró-Rússia, que estão a lutar com as forças russas contra Kiev, no leste da Ucrânia, com o nome de uma zona junto à Embaixada do Reino Unido.

A área, até agora sem nome e ao longo de um dos cais no centro da capital russa, não muito longe da rua Novy Arbat, vai receber o nome da autoproclamada "República Popular de Lugansk", disse o município, citado em comunicado.

A autarquia salientou que a escolha foi feita após uma votação 'online', na qual participaram mais de 100 mil pessoas.

Esta decisão ocorre um dia após o anúncio da Rússia, que lidera uma ofensiva na Ucrânia desde 24 de fevereiro, da aquisição de toda a região de Lugansk, no leste do território ucraniano.

Lusa

Rússia avisa que resposta à expulsão de diplomatas da Bulgária poderá afetar toda a UE

A Rússia poderá levar a cabo ações contra a União Europeia (UE) em resposta à expulsão de 70 membros do corpo diplomático russo da Bulgária, alertou esta segunda-feira porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

"A decisão politizada" do governo búlgaro "de reduzir de forma injustificada o nosso pessoal diplomático na Bulgária não estará isenta de uma resposta bilateral", declarou María Zakharova em comunicado.

Considerando que a expulsão ordenada pela Bulgária irá "muito além das práticas diplomáticas", pediu a Sófia e à União Europeia que "reflita sobre o princípio de reciprocidade em que se baseiam as relações diplomáticas".

A diplomacia europeia "deve entender que o apoio insensato às ações antirrussas por parte dos diferentes Estados-Membros responsabiliza o conjunto da União Europeia pelas suas consequências, também do ponto de vista das medidas de retaliação" que a Rússia pode ordenar, acrescentou.

AFP

Primeira-ministra sueca promete apoio à Ucrânia e sanções à Rússia

Durante uma visita à capital ucraniana, a primeira-ministra sueca Magdalena Andersson pediu esta segunda-feira que a Europa aumente o apoio à Ucrânia e que sejam tomadas novas sanções contra a Rússia.

"Não devemos deixar que a Rússia obtenha lucros graças à violação do direito internacional e de outros princípios fundamentais", declarou Andersson durante uma conferência de imprensa conjunta com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.

Andersson explicou que "a melhor forma de ganhar esta guerra é reforçar o apoio à Ucrânia e aumentar a pressão sobre a Rússia com novas sanções".

"O nosso esforço deve ser mantido por quanto tempo for preciso", frisou, já que a Ucrânia defende "os valores europeus comuns".

AFP

Guerra na Ucrânia fez disparar procura de agregado de ferro produzido em Moncorvo

A concessionária das minas de Torre de Moncorvo Aethel Mining admitiu hoje que a guerra na Ucrânia fez disparar a procura de agregado de ferro ali extraído, tendo pré-vendas para os próximos 18 meses.

"A procura pelo nosso produto em todo o mundo é enorme. Temos um excelente produto e uma logística muito boa. Devido à situação desoladora na Ucrânia, que é um grande produtor de minério de ferro, a procura pelo produto produzido em Torre de Moncorvo disparou e temos pré-vendas para os próximos 18 meses", explicou à agência Lusa fonte oficial da Aethel Mining.

A mesma fonte adianta, em nota escrita, que a empresa continua os preparativos para avançar com a segunda fase da mina e espera produzir o primeiro lote de concentrado em 2024.

Questionada pela Lusa sobre uma paragem na produção, a concessionária admitiu "pontuais paragens técnicas" que se devem "não só a trabalhos de manutenção de equipamentos, mas também para a introdução de novas tecnologias mais amigas do ambiente".

Lusa

Rússia leva ao espaço bandeiras de regiões separatistas da Ucrânia

Três cosmonautas russos levaram ao espaço as bandeiras dos territórios separatistas autoproclamados de Lugansk e de Donetsk, na Ucrânia, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), segundo uma publicação no Telegram da agência espacial russa Roscosmos.

"Celebramos tanto em terra quanto no espaço", diz a publicação com fotos dos cosmonautas Oleg Artemiev, Denis Matveiev e Sergei Korsakov com as bandeiras de ambas as "repúblicas" do leste da Ucrânia a bordo da ISS.

"As forças russas e de Lugansk conseguiram o controlo total de Lysychansk, a última grande cidade do RPL", a República Popular de Lugansk, afirmaram.

AFP

Portugal vai reconstruir escolas na região de Jitomir

Portugal vai ajudar na reconstrução de escolas na região ucraniana de Jitomir, a cerca de 150 quilómetros de Kiev, anunciou hoje o ministro da Educação, João Costa.

"Vamos concentrar o nosso apoio numa região específica, Jitomir, onde já temos um trabalho de mapeamento de escolas onde podemos intervir", disse à Lusa o ministro da Educação, que participa na Conferência de Lugano, na Suíça, que tem como objetivo a elaboração de um plano para a reconstrução da Ucrânia.

Estimativas do governo ucraniano apontam para 1.200 estabelecimentos de ensino do país destruídos pela guerra, desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Na região de Jitomir os ataques terão destruído 70 escolas que, segundo João Costa, apresentam diferentes níveis de destruição.

Lusa

Zelensky pede participação do mundo democrático na reconstrução da Ucrânia

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou hoje aos países democráticos para aderirem ao plano de reconstrução da Ucrânia, na abertura de uma conferência internacional em Lugano, Suíça, sobre o apoio ao país devastado pela guerra.

"A reconstrução da Ucrânia é a tarefa comum de todo o mundo democrático", afirmou Zelensky ao dirigir-se por videoconferência aos participantes na conferência de Lugano, citado pela agência francesa AFP.

Zelensky considerou que a participação no plano de reconstrução constituirá a "contribuição mais importante para a paz mundial" e ficará assinalada no território ucraniano.

"Entre outras coisas, irá criar milhões de novas ligações no mundo democrático, na Europa, entre os nossos países. Cada cidade, cada comunidade, cada indústria que vai ser reconstruída terá provas históricas de quem ajudou nisto", disse Zelensky, segundo a agência ucraniana Ukrinform.

Lusa

Comité das Regiões quer união em torno da reconstrução da Ucrânia

O presidente do Comité das Regiões (CdR) europeu, Vasco Cordeiro, disse hoje à agência Lusa que a responsabilidade da instituição é de "reunir todas as cidades e regiões europeias" em torno da reconstrução da Ucrânia.

Falando a propósito da Conferência de Lugano, dedicada à reconstrução da Ucrânia e a decorrer na Suíça, Cordeiro referiu que as cidades e regiões ucranianas precisam de ajuda imediata para "reconstruir escolas, infraestruturas e serviços".

"A nossa responsabilidade enquanto Comité das Regiões é reunir todas as cidades e regiões europeias em torno deste objetivo", adiantou, sublinhando que "a Conferência de Lugano para a Recuperação demonstra que a escala de reconstrução é extensa".

O objetivo de responder aos apelos de Kiev para haver parcerias a nível regional levou o CdR a lançar a Aliança Europeia dos Municípios e Regiões para a Reconstrução da Ucrânia para ajudar também no desenvolvimento económico e promover a geminação de cidades e regiões entre a Ucrânia e a União Europeia.

Lusa

Putin declara vitória na região de Lugansk

O Presidente russo, Vladimir Putin, declarou esta segunda-feira vitória na região leste ucraniana de Lugansk, um dia depois de as forças ucranianas se terem retirado do seu último baluarte de resistência nessa província.

O ministro da Defesa da Rússia, Serguei Shoigu, informou Putin durante uma reunião esta segunda-feira realizada que as forças russas assumiram o controlo de Lugansk, que juntamente com a província vizinha de Donetsk compõe o coração industrial do Donbass.

Shoigu disse a Putin que "a operação" foi concluída no domingo, depois de as tropas russas terem invadido a cidade de Lysychansk, o último reduto das forças ucranianas em Lugansk.

Lusa

"A reconstrução da Ucrânia é a maior contribuição para a paz mundial", diz Zelensky

O presidente ucraniano participou esta segunda-feira, por videoconferência, na conferência internacional que está a decorrer na Suíça sobre um "plano Marshall" para a reconstrução do país, invadido e em parte destruído na sequência da ofensiva russa, a 24 de fevereiro.

"A reconstrução da Ucrânia é a maior contribuição para a paz mundial", disse Zelensky, citado pela AFP, na designada Conferência de Lugano.

Na conferência de dois dias, que conta com pelo menos 38 países - entre os quais Portugal -, Zelensky a reconstrução da Ucrânia era "o projeto mais ambicioso do nosso tempo".

Referiu, no entanto, aos aos líderes de dezenas de países, organizações internacionais e ao setor privado que os investimentos colossais que vão ser necessários não o são apenas para o país. "A reconstrução da Ucrânia é uma tarefa comum de todo o mundo democrático", destacou.

DN/AFP

Viena subsidia empresas que comprem gás não russo

A Áustria anunciou que vai subsidiar empresas que levem gás natural não-russo para o país nos próximos meses no âmbito de um plano para reduzir rapidamente a elevada dependência do país, de 80%, dos fornecimentos da russa Gazprom.

Num comunicado, o ministério do Clima austríaco anunciou hoje "pontos-chave para a promoção da diversificação do gás", elaborados pelo Governo em conformidade com uma nova lei recentemente aprovada no parlamento.

"As empresas que trazem gás natural não-russo para a Áustria e o utilizam aqui entre 01 de julho de 2022 e 31 de dezembro de 2022 receberão financiamento para cobrir parte dos custos adicionais", diz o comunicado,

O ministério sublinha que os subsídios de fontes alternativas ao gás russo reduzirão a dependência energética da Áustria, uma vez que o país compra 80% do gás importado à Rússia, embora parte seja para depois exportar.

No entanto, é um "requisito" para o subsídio "que o gás seja armazenado em depósitos austríacos ou consumido na Áustria", salienta o ministério.

Por enquanto, o Governo disponibilizou um total de 100 milhões de euros para cobrir tais subsídios, embora não exclua que o montante possa ser aumentado no futuro.

Prevê também a possibilidade de prolongar o período de validade da medida para além do final do ano "se necessário".

Lusa

Papa Francisco espera visitar Moscovo e Kiev após viagem ao Canadá

Depois da viagem marcada para o final deste mês ao Canadá, o Papa Francisco gostava de se deslocar à Rússia e a Ucrânia. Em entrevista à agência Reuters, referiu que queria "ir a Kiev, mas primeiro gostava de visitar Moscovo”.

O Papa Francisco revelou que foram trocadas mensagens com o Kremlin sobre este assunto e afirmou que “agora é possível”.

"Pensei que se o presidente russo me desse alguma abertura eu iria até lá para servir a causa da paz. E agora é possível. Depois da visita ao Canadá é possível que eu consiga ir à Ucrânia", afirmou.

“A primeira coisa a fazer é ir à Rússia e tentar ajudar de alguma forma, mas gostava de ir a ambas capitais”, acrescentou.

O Papa referiu ainda que o Vaticano mantém “um diálogo muito aberto, muito cordial, muito diplomático no sentido positivo da palavra” com Moscovo e que, atualmente, “a porta está aberta”.

Putin ordena que ofensiva na Ucrânia continue após captura de Lugansk

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta terça-feira ao ministro da Defesa, Sergei Shoigu, que avance com a ofensiva de Moscovo na Ucrânia depois das tropas russas assumirem o controlo de toda a região de Lugansk.

"As unidades militares, incluindo o grupo oriental e o grupo ocidental, devem realizar as suas tarefas de acordo com planos previamente aprovados", disse Putin a Shoigu.

O presidente russo disse ao ministro que as tropas que combateram em Lugansk devem agora descansar e reforçar as suas capacidades militares.

AFP

Putin não vai felicitar Biden pelo Dia da Independência devido a ações "hostis" de Washington contra Moscovo

O presidente russo, Vladimir Putin, não vai felicitar o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, pelo Dia da Independência, que se celebra esta segunda-feira (4 de julho).

A razão deve-se a ações "hostis" de Washington contra Moscovo, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

"Este ano dificilmente se pode considerar apropriado dar felicitações", disse Peskov em conferência de imprensa, segundo a Sky News.

União Europeia propõe investir 100 mil milhões de euros na reconstrução da Ucrânia

O Banco Europeu de Investimento, entidade bancária da União Europeia, propõe ajudar na reconstrução da Ucrânia com um investimento que pode chegar aos 100 mil milhões de euros, noticia a Reuters, que cita um documento a que teve acesso.

A estrutura de financiamento a ser usada será a que foi utilizada anteriormente durante a pandemia de covid-19.

Pelo menos nove mortos em bombardeamentos na região de Donetsk

Pelo menos nove civis morreram e outros 25 ficaram feridos em bombardeamentos russos nas últimas horas em vários pontos da região de Donetsk, no leste da Ucrânia, disseram hoje autoridades locais.

O chefe da Administração Militar Regional de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, disse numa publicação na rede social Telegram que entre os mortos nestes bombardeamentos estão duas crianças.

"Os russos mataram nove civis na região de Donetsk: seis em Sloviansk, um em Avdiivka, um em Bakhmut e um em Zaitseve. Entre os mortos estavam duas crianças: uma em Sloviansk e outra em Zaitseve. Outras 25 pessoas ficaram feridas", declarou Kyrylenko.

Segundo Kyrylenko, "atualmente é impossível determinar o número exato de vítimas em Mariupol e Volnovakha", ambas cidades ocupadas pelos russos e que também fazem parte daquela região.

"Os russos irão assumir a responsabilidade por todos os crimes feitos na nossa terra", advertiu o responsável ucraniano.

As tropas russas também lançaram um grande ataque na cidade de Sloviansk, uma das principais da região de Donetsk, no domingo, onde cerca de 15 incêndios ocorreram em várias partes da cidade, segundo as fontes.

Depois de dominar toda a região de Lugansk, os russos agora estão a tentar conquistar a região de Donetsk, onde os ucranianos controlam apenas 45% do território.

Ambas as regiões formam Donbass, um território onde os combatentes pró-russo declararam Lugansk e Donetsk Repúblicas independentes alguns dias antes do início da invasão russa na Ucrânia em 24 de fevereiro.

Lusa

38 países discutem a partir de hoje na Suíça "Plano Marshall" para apoiar reconstrução da Ucrânia

Aliados da Ucrânia, instituições internacionais e setor privado reúnem-se a partir de hoje na Suíça com o objetivo de elaborar um "plano Marshall" para a reconstrução do país, invadido e em parte destruído na sequência da ofensiva russa.

A designada Conferência de Lugano, que vai decorrer até terça-feira, contará com a participação de pelo menos 38 países, incluindo Portugal que estará representado pelo ministro da Educação João Costa e a própria Ucrânia com uma expressiva comitiva liderada pelo primeiro-ministro, Denys Schmygal. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, fará uma intervenção por videoconferência, com tem sido hábito.

Espera-se que a iniciativa forneça a Kiev, que tem uma urgente necessidade de financiamento, a ocasião de partilhar o seu plano de relançamento e de discutir com todas as partes a melhor forma de abordar os futuros desafios.

A conferência deverá ser marcada por uma declaração comum que deve estabelecer as "prioridades, método e princípios" deste projeto de recuperação.

Lusa

COI triplica apoio a atletas ucranianos para Paris2024 e Milão-Cortina2026

O presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, prometeu hoje triplicar os apoios financeiros aos atletas ucranianos, devido à invasão bélica da Rússia, para os Jogos Olímpicos de Verão Paris2024 e de Inverno Milão-Cortina2026.

"Que a bandeira ucraniana seja içada bem alta. Para tal, o COI vai triplicar os fundos previstos antes da invasão, de 2,5 para 7,5 milhões de dólares (7,2 milhões de euros)", declarou, em Kiev, ladeado pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Bach reiterou que "ainda não chegou o momento" de mudar a posição do COI em relação à recomendação de exclusão de atletas de alta competição russos e bielorrussos de todos os eventos desportivos internacionais, como tem acontecido até aqui, designadamente no torneio de ténis do 'Grand Slam' de Wimbledon, a decorrer em Londres.

Lusa

Reino Unido anuncia medidas de apoio à reconstrução da Ucrânia

A ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, Liz Truss, apresenta hoje um plano a longo prazo para ajudar na reconstrução da Ucrânia assim que a guerra com a Rússia terminar, avançou o seu gabinete no domingo.

Na Conferência sobre o Processo Recuperação da Ucrânia em Lugano, na Suíça, reunião internacional que irá decorrer hoje e terça-feira, Truss irá delinear os planos do Reino Unido para apoiar o país a curto prazo, através da ajuda humanitária, mas também a longo prazo para revitalizar o país, segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico.

Londres apoiará a reconstrução da cidade e da região de Kiev, a pedido do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, indica ainda a diplomacia britânica.

O Reino Unido também pretende trabalhar com Kiev e com os seus aliados para sediar a Conferência sobre o Processo Recuperação da Ucrânia em 2023 e irá estabelecer um escritório em Londres para ajudar a coordenar esses esforços.

Lusa

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