Uma semana de crise política

Um referendo que tinha como objectivo reformar a Constituição de forma a permitir um novo mandato presidencial esteve na origem da crise da última semana

O Parlamento aprova uma lei que considera ilegal o referendo convocado por Zelaya para 28 de Junho. A mesma opinião é partilhada pelo Supremo Tribunal Eleitoral e o Exército.

Zelaya demite o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o general Romeo Vásquez, após os militares recusarem distribuir as urnas de voto. Ministro da Defesa demite-se.

Os militares protestam nas ruas e o Supremo Tribunal obriga Zelaya a readmitir Vásquez. No dia seguinte, as tropas estão aquarteladas e a situação parece calma.

Durante a madrugada, o Exército prende o Presidente e expulsa-o para a Costa Rica. Zelaya apela à "desobediência civil". Começam logo as críticas internacionais ao golpe.

Zelaya anuncia o seu regresso às Honduras a 2 de Julho, apesar de ameaças de que será detido. Presidente argentina e líder da OEA oferecem-se para o acompanhar.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) deu um prazo de 72 horas para que Zelaya volte à Presidência das Honduras. Micheletti, o líder interino, recusa qualquer acordo.

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