Última vez que Bogotá parou de bombardear as FARC foi há 31 anos

Presidente ordenou o fim dos raides aéreos à guerrilha. Para já apenas durante um mês, mas o prazo pode ser prolongado.

A 28 de março de 1984, o então presidente colombiano Belisario Betancur assinou um cessar-fogo bilateral com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Este só duraria três anos, com constantes violações pelo meio. Agora, quase 31 anos depois, o presidente Juan Manuel Santos volta a declarar o fim dos bombardeamentos aos acampamentos da guerrilha, durante um mês, lembrando que o cessar-fogo unilateral declarado pelas FARC em dezembro tem sido cumprido.

Este é mais um passo para pôr fim a um conflito que já dura há meio século. A Colômbia e o que resta dos guerrilheiros que pegaram em armas em 1964 estão há pouco mais de dois anos em negociações de paz, em Havana. Na semana passada, Bogotá enviou cinco generais para as discussões - pela primeira vez desde o início do processo.

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