Saúde fragiliza Cristina em ano-chave para o kirchnerismo

Presidente partiu tornozelo e está outra vez de baixa. Pela primeira vez desde 2003, o nome Kirchner não estará no boletim de voto

"Em cadeira de rodas ou com dois milhões e meio de capas de jornais contra o país, vamos continuar a trabalhar." O annus horribilis da presidente argentina, Cristina Kirchner, pode ter sido o de 2010, quando morreu o marido e antecessor, Néstor Kirchner.

Mas 2014 também promete não deixar saudades à chefe de Estado, que chega a 2015 com um tornozelo partido - mais um dos inúmeros problemas de saúde que se arrastam desde o diagnóstico (que se revelou errado) de cancro da tiroide em janeiro de 2012 - e com o nome arrastado para o meio de escândalos de ilegalidades com os negócios da família.

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