Rosa, Wilma, Eleanor ou Harriet. Uma pode acabar nas notas de 20 dólares

Está em curso uma campanha para acabar com o domínio masculino nas efígies das notas norte-americanas. Obama está recetivo.

Se estiver nos EUA e abrir a carteira é capaz de encontrar o George, o Thomas e o Abraham ao lado do Alexander, do Andrew e do Ulysses. Se for dos mais afortunados, também dará de caras com o Benjamin. Mas em curso está uma campanha, que conta já com apoio de uma senadora norte-americana e de várias estrelas de Hollywood, para que passe a encontrar a Rosa, a Wilma, a Eleanor ou a Harriet.

O objetivo é pôr pela primeira vez um rosto feminino nas notas de 20 dólares em 2020, quando se assinala o centenário da emenda constitucional que garantiu às mulheres o direito de voto. Depois de uma primeira votação online, que teve mais de 256 mil votos, são quatro as finalistas desta eleição popular: a ícone dos direitos cívicos dos negros Rosa Parks, a ex-líder dos índios cherokee Wilma Mankiller, a ex-primeira-dama Eleanor Roosevelt e a antiga escrava Harriet Tubman.

A ideia é levar o nome da vencedora à Casa Branca, para que o presidente proponha a mudança ao Departamento do Tesouro. Barack Obama parece recetivo: "Penso que é uma boa ideia", disse em julho num discurso em Kansas City, em resposta à carta de uma menina que lhe escreveu a questionar porque não havia mulheres nas notas de dólar e a dar uma série de sugestões.

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