Os conflitos interiores do 'Clooney do Vaticano'

Numa longa entrevista à revista italiana Chi, o arcebispo Georg Gänswein explicou ter seguido o sacerdócio "totalmente convicto". O alemão, que já foi capa da Vanity Fair, admitiu que os primeiros tempos de celibato "não foram fáceis".

Por onde passa Georg Gänswein arranca suspiros femininos. E nem a sotaina do arcebispo alemão demoveu a Vanity Fair de lhe dar honras de capa há alguns uns meses. Agora, o secretário pessoal do papa emérito Bento XVI e prefeito da Casa Pontifícia, apontado por muitos como uma espécie de número dois do Vaticano, deu uma entrevista à revista italiana Chi na qual confessa que os primeiros anos de celibato "não foram fáceis".

"Quando entrei para o seminário para ser sacerdote fi-lo totalmente convicto quanto aos desafios do celibato. Tive, digo-o sinceramente e sem vergonha, muitas lutas internas. Não foram [tempos] fáceis, mas todas as escolhas de vida têm um preço", admitiu Gänswein num excerto da entrevista divulgado pela revista. Com 58 anos, e passados 30 da sua ordenação como padre na paróquia de Friburgo, o alemão, a quem chamam o George Clooney do Vaticano, sublinhou a necessidade de "um sacerdote viver o celibato de forma sincera. Não pode existir uma vida dupla".

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