O pesadelo republicano de Obama. Ah, e Hillary também!

O novo líder do Senado Mitch McConnell e Ted Cruz são os rostos da oposição. Mas o Presidente também está na mira da favorita democrata a 2016.

Com a popularidade nos 41% - a mais baixa da sua presidência - e confrontado com um Congresso hostil nos dois anos que lhe faltam para o fim do segundo mandato, Barack Obama bem pode estender a mão aos republicanos, mas não escapará aos ataques da direita. Sejam eles lançados pelo novo líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, ou pelos inúmeros candidatos à nomeação republicana para a Casa Branca. Uma das vozes mais críticas tem sido a do senador Ted Cruz, representante do movimento radical Tea Party. E até entre os democratas, Obama se arrisca a tornar-se num alvo a abater, a começar pela sua ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, dada como certa na corrida a 2016.

Pouco carismático, muitas vezes comparado a uma tartaruga pelos seus inimigos, McConnell até pode não ser um falcão político, mas vai ser dele a tarefa de desafiar Obama nos próximos dois anos. Veterano de Washington, conhecedor dos corredores do poder, o senador do Kentucky já explicou que a sua relação com o Presidente vai ter por base a máxima "confia mas verifica". Uma desconfiança que acredita não ser capaz de minar a procura por "zonas de entendimento" com os democratas.

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