México considera absurdas declarações de Donald Trump sobre imigrantes

Trump quer construir um muro de 3000 quilómetros ao longo da fronteira sul dos Estados Unidos, para manter os imigrantes afastados.

O ministro do Interior do México classificou como "absurdas" as declarações do candidato presidencial norte-americano Donald Trump, que disse que os imigrantes mexicanos trazem drogas e crime para os Estados Unidos.

Miguel Angel Osorio Chong disse que Trump, que fez o comentário durante a apresentação da sua candidatura à corrida à Casa Branca, desejava "gerar controvérsia".

"Os comentários de Donald Trump parecem preconceituosos e absurdos. Certamente ele não sabe das contribuições dos imigrantes de quase todas as nações do mundo, que têm apoiado o desenvolvimento dos Estados Unidos", disse Chong.

Ao anunciar a sua candidatura, o magnata de 69 anos afirmou que "quando o México envia as suas pessoas, não está a mandar os melhores", mas sim cidadãos "com muitos problemas". "Estão a enviar drogas. Estão a enviar crime. São violadores", afirmou.

Trump prometeu construir um enorme muro ao longo da fronteira, de 3000 quilómetros, para manter os imigrantes afastados.

Segundo a associação mais representativa da GNR, a CGA parte do princípio que os militares se reformam antecipadamente e que, não cumprindo toda a carreira contributiva, devem ser penalizados no cálculo da sua pensão de reforma.

Por sua vez, o presidente da ANSG, José Lopes, afirmou à Lusa que o protesto tem como objetivo dar conta "da forma indigna como estão a ser tratados os militares da GNR" no que toca às reformas.

"A vigília pretende denunciar o atentado à dignidade institucional, perpetrado pelo Governo através da Caixa Geral de Aposentações, confiscando as pensões dos militares da Guarda numa clara violação da Lei", sublinhou.

José Lopes adiantou que os militares que sofreram cortes nas reformas estão abrangidos por um regime de transitório aprovado em 2005, que estabelecia que os militares que, a 30 de dezembro desse ano, completassem 20 anos ou mais de serviço efetivo podiam transitar para a reserva e depois para a reforma sem sofrer qualquer penalização.

Segundo as associações socioprofissionais, 500 militares da GNR passaram à reforma em janeiro deste ano e, em 2016, vão entrar nesta situação 600, pelo que "o problema tem que ser resolvido".

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