Mubarak nega ter ordenado assassinato de 850 manifestantes

O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak , quebrou hoje um longo silêncio ao negar perante o tribunal as acusações que lhe são imputadas de assassinato de mais de 800 manifestantes durante a revolução de 25 de Janeiro de 2011.

O ex-presidente egípcio, Hosni Mubarak, negou hoje em tribunal ter ordenado às suas forças de segurança que matassem 850 manifestantes durante a revolução egípcia de Janeiro de 2011.

O ex-chefe de Estado, hoje com 86 anos, assegurou que "nunca proferiu ordens para matar manifestantes (...)" e que "nunca, sob quaisquer circunstâncias" encomendou o assassinato de um único cidadão egípcio.

Hosni Mubarak renunciou à presidência do país a 11 de fevereiro de 2011 , depois de 18 dias de protestos, sendo logo no dia seguinte detido juntamente com os seus filhos. O ex-presidente egípcio foi então julgado por corrupção epela morte de manifestantes durante a revolução. Um ano depois,Mubarak foi considerado culpado de não ter impedido a morte dos manifestantes e foi condenado a prisão perpétua. Todavia, "por motivos técnicos" , o tribunal reavaliou a sentença no início do ano passado e ordenou um novo julgamento, cujo veredicto está previsto para dia 27 de setembro.

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