Líder do califado era o Messi da equipa local

Abu Bakr al-Baghdadi, o violento líder jihadista que ataca na Síria e no Iraque, era um rapaz tímido que dava nas vistas no futebol.

Até sexta-feira, pouco se sabia sobre Abu Bakr al-Baghdadi apesar de ser um dos extremistas mais violentos, em troca do qual o governo norte-americano oferece uma recompensa de 10 milhões de dólares (7,3 milhões de euros). Nesse dia, o líder jihadista apareceu num vídeo. Até então havia apenas duas fotografias: uma a preto e branco e outra a cores, ambas antigas e de má qualidade.

O líder do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), que no fim de junho estabeleceu um califado (sistema de governo islâmico que desapareceu há quase 100 anos), ganhou finalmente um rosto. Al-Baghdadi (nome de guerra de Ibrahim Awad Ibrahim al-Badri, que terá nascido em Samarra, cidade sunita no norte do Iraque, em 1971), era um rapaz tímido, religioso e com jeito para o futebol.

"Ele era o Messi da nossa equipa. Era o nosso melhor jogador", contou ao jornal britânico The Telegraph Abu Ali, antigo companheiro de equipa e de rezas.

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