Islamitas e contestação social vão testar novo rei saudita

Conflitos nos vizinhos Iémen e Iraque terão de ser seguidos de perto. Saúde do novo dirigente tem gerado vários rumores.

Evolução na continuidade. É o que promete o rei Salman, sucessor do meio-irmão Abdullah, que morreu na noite de quinta para sexta-feira (hora portuguesa), aos 90 anos. Falando numa intervenção televisiva, o novo monarca, de 79 anos, garantiu que seriam prosseguidas "as políticas corretas seguidas desde a criação da Arábia Saudita".

Mas existem importantes desafios internos e externos, nomeadamente no plano regional, que o novo rei terá de gerir. No imediato, a afirmação do Estado Islâmico (EI) no Iraque e a crise próxima da guerra civil no Iémen são problemas reais. O facto de ter sido revelado, na passada semana, que os sauditas estão a construir um impressionante muro de segurança ao longo de toda a fronteira com o Iraque, para evitar as incursões dos islamitas, espelha a dimensão das preocupações de Riade com o que está a suceder no país vizinho e como isto pode pode repercutir-se no reino saudita.

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