Um morto após sismo de 7,4 ao largo da costa de El Salvador

Pelo menos uma pessoa morreu na sequência do sismo de 7,4 na escala de Richter, registado, esta noite, ao largo da costa de El Salvador, disse o 'mayor' da cidade de San Miguel.

O presidente da câmara de San Miguel, localizada a 135 quilómetros a leste da capital de El Salvador, Wilfredo Salgado, disse à rádio YSKL que não foram reportadas mais vítimas ou danos de maior, apesar do desmoronamento de várias paredes na cidade.

O abalo, que ocorreu a 170 quilómetros a sudeste da capital de El Salvador, foi localizado a uma profundidade de 70 quilómetros, de acordo com o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitoriza a atividade sísmica mundial.

O terramoto foi sentido em toda a costa da América Central, levando o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico a emitir um alerta para as costas até uma distância de 300 quilómetros do epicentro, apesar de o ter levantado pouco depois.

"Qualquer ameaça remanescente deve ser avaliada pelas autoridades locais das zonas afetadas", disse a agência norte-americana.

De acordo com a rádio YSKL, algumas províncias do leste de El Salvador sofreram 'apagões' devido ao sismo, sentido por alguns segundos na capital de Nicarágua e noutras cidades, mas não foram reportados danos de maior, segundo as autoridades que aconselharam os residentes a deixarem as zonas costeiras.

Uma réplica de 5,3 foi entretanto registada na Costa Rica.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.

Premium

Opinião

Angola, o renascimento de uma nação

A guerra do Kosovo foi das raras seguras para os jornalistas. Os do poder, os kosovares sérvios, não queriam acirrar ainda mais a má vontade insana que a outra Europa e a América tinham contra eles, e os rebeldes, os kosovares muçulmanos, viam nas notícias internacionais o seu abono de família. Um dia, 1998, 1999, não sei ao certo, eu e o fotógrafo Luís Vasconcelos íamos de carro por um vale ladeado, à direita, por colinas - de Mitrovica para Pec, perto da fronteira com o Montenegro. E foi então que vi a esteira de sucessivos fumos, adiantados a nós, numa estrada paralela que parecia haver nas colinas.