Pediatra britânico que abusou de 18 crianças doentes condenado a 22 anos de prisão

Um pediatra britânico que abusou de 18 crianças e filmou vários deles com recurso a uma câmara escondida numa caneta foi hoje condenado a 22 anos de prisão.

Myles Bradbury, de 41 anos, declarou-se culpado de 25 delitos contra menores do sexo masculino, com idades entre os 10 e os 16 anos, incluindo agressão sexual, voyeurismo e posse de mais de 16 mil imagens indecentes.

O pediatra, que trabalhou como especialista em cancro do sangue, no hospital de Addenbrroke, em Cambridge, no Reino Unido, realizava exames aos menores "tendo como objetivo puramente a sua satisfação sexual" e abusava dos mesmos atrás da cortina e com os pais presentes na sala.

Entre as 18 vítimas de Bradbury, que é natural de Suffolk, estão crianças com hemofilia, leucemia e outras doenças igualmente graves. Os abusos ocorreram há quatro anos e meio, tendo começado no início da sua contratação em 2008 e ido até que a primeira queixa foi apresentada e ele foi suspenso. A primeira vez que foi preso foi em dezembro do ano passado depois de a polícia ter sido alertada pelas autoridades canadianas, no âmbito da Operação Spade, de que ele comprara um DVD com imagens indecentes de crianças.

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