Justine vai à luta por Ed. A sra. Miliband é primeira a entrar na campanha

À BBC, a advogada garantiu ser mais do que "um vestido" e explicou que marido só lamenta passar pouco tempo com os filhos.

Não, Ed Miliband não mudou muito desde que assumiu a liderança do Partido Trabalhista. Quem o garante é Justine, a advogada que só em 2011 se tornou sua mulher de papel passado, mas com a qual vive desde 2002. Agora, a menos de dois meses de umas eleições que podem levar os trabalhistas de volta a Downing Street, Justine diz ainda não ter pensado muito nisso, mas está preparada para "ir à luta" se garantir que o marido é o próximo primeiro-ministro britânico.

Em entrevista à BBC, a atriz juvenil tornada advogada afirmou estar preparada para que "nos próximos meses os ataques [contra Ed] se tornem violentos, muito pessoais". Mas Justine quer lutar para impor "o princípio da decência na vida pública". Com as eleições à vista, o Labour tem tentado apostar na imagem de Miliband como um homem decente que quer trazer a mudança ao Reino Unido. E Justine pode revelar-se uma arma para melhorar a imagem de líder desastrado e ajudá-lo a aproximar-se do leitor. Uma aposta arriscada, ou não fosse a aposta na mulher do líder uma velha estratégia de campanha - que nem sempre resulta.

Talvez com a proximidade ao leitor em mente, Justine, nascida em Manchester em 1970, tenha decidido falar do dia-a-dia dos Miliband, revelando que para os filhos o pai é apenas "o líder da equipa vermelha [a cor do Labour]". Em casa, explicou, Ed gosta de ver televisão e "encomendar comida chinesa". O seu maior lamento? "Não estar tempo suficiente com" Daniel e Samuel, de 5 e 4 anos. A BBC foi autorizada a filmar os rapazes nas suas scooters de brincar, com um a queixar-se que "o papá está sempre ao telefone!"

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