Cameron pede maioria para "acabar o que começámos"

Líder conservador garante que realizará referendo sobre a permanência na UE. Intenção criticada pelo trabalhista Ed Miliband.

Os conservadores britânicos teriam planeado uma série de cortes em programas sociais para a infância, que acabaram por serem travados pelos parceiros de coligação, os liberais-democratas, revelou ontem um dos dirigentes deste partido, Danny Alexander.

O dirigente liberal-democrata, número dois do ministro das Finanças conservador George Osborne, afirmou que as medidas incluíam o fim de benefícios para as famílias com dois filhos e visavam poupar cerca de oito mil milhões de libras (cerca de dez mil milhões de euros). O tema foi o primeiro a ser abordado no programa da BBC em que os dirigentes dos três principais partidos foram interrogados por uma plateia de apoiantes dessas e outras formações, além de indecisos. Primeiro a intervir, o líder conservador, David Cameron desmentiu totalmente essas medidas, que não passariam de propostas de trabalho e elaboradas em 2012. Partindo deste episódio, Cameron afirmou que não quer voltar "a uma sala obscura para discutir com Nick Clegg [líder dos liberais-democratas] e abdicar de partes do meu programa".

Leia mais no epaper ou na edição impressa do DN

Ler mais

Exclusivos