As 10 maiores catástrofes de 2010

Nenhuma se compara à tragédia que se abateu sobre a China, em 1931, onde se estima que 3,7 milhões de pessoas tenham perdido a vida. Mas na última década, muitos países foram afectados por temporais que provocaram milhares de mortos.

Haiti (Maio de 2004) - 2600 mortes

Vários dias de chuvas fortes fizeram com que rios transbordassem no Haiti e na República Dominicana, deixando milhares de pessoas sem tecto e de casas destruídas.

Paquistão (Julho de 2010) - 1900 mortes

As cheias afetcaram um quinto do território do país e deixaram 4,6 milhões de paquistaneses desalojados.

China (Maio de 2010 - 1700 mortes)

As águas provocaram enchentes e deslizamentos no sul da China, destruindo casas e plantações e dificultando o abastecimento de água potável na região.

Índia (Julho de 2005) - 1200 mortes

Chuvas de monções no Oeste da Índia provocaram cheias. A tragédia aumentou com rumores de que uma represa havia cedido à pressão da água, o que levou a uma debandada de pessoas.

Bangladesh (Julho de 2007) - 1100 mortes

Índia (Julho de 2007) - 1100 mortes

Chuvas intensas durante quase três semanas no Sul da Ásia provocaram cheias em diversas regiões e deixaram quase 20 milhões de desalojados. As águas afectaram também o Nepal, Butão e Paquistão.

Índia (Junho de 2008) - 1000 mortes

Chuvas fortes no Noroeste do país fizeram com que rios transbordassem e deixassem milhares de aldeias submersas. Calcula-se que as cheias tenham afectado 8 milhões de indianos.

Índia (Julho de 2009) - 992 mortes

Um forte temporal afectou diversos estados indianos, deixando cerca de 500 mil casas inundadas.

Índia (Junho de 2004) - 900 mortes

O Sul da Ásia foi atingido por fortes chuvas no Verão de 2004, que afectou 70 milhões de pessoas, grande parte delas na Índia.

China (Junho de 2002) - 793 mortes

As fortes chuvas superaram as previsões das autoridades chinesas, que foram forçadas a evacuar mais de 12 mil pessoas na Província de Jiangxi, no Sudeste do país.

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João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.