A missão impossível da nova líder dos socialistas gregos

Fofi Gennimata é popular no país, pela história pessoal e nome da família. O pai estabeleceu o serviço nacional de saúde na Grécia e foi um dos fundadores do partido para que foi eleita dirigente.

A primeira mulher a dirigir o Movimento Socialista Pan-helénico, mais conhecido pela sigla PASOK, tem uma tarefa (quase) impossível pela frente. Fofi Gennimata, de 51 anos, herdou um partido que teve 4,7% nas legislativas deste ano, que deram a vitória ao Syriza, e elegeu apenas 13 deputados em 300. O pior resultado de sempre, se excluirmos a primeira vez que se apresentou em eleições, o que sucedeu em 1974, ano da fundação por iniciativa de Andreas Papandreou. Nessa altura teve mais de 660 mil votos; este ano não chegou aos 300 mil.

Os números ilustram a dimensão do desafio que aguarda a filha de um outro fundador do PASOK, Georgios Gennimatas, e ministro em diferentes governos do partido que, em conjunto com o centrista Nova Democracia, hegemonizou a vida política grega desde o restabelecimento da democracia, em 1974, após sete anos de ditadura militar.

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