Polícia não consegue explicar morte de rapaz cujo corpo estava no quintal de casa

Miller Redpath, de 17 anos, desapareceu em agosto de 2013. O seu corpo foi encontrado dois meses e meio depois no meio da vegetação mal cuidada do quintal da sua casa.

As autoridades inglesas não conseguem encontrar explicações para a morte de um rapaz de 17 anos, Miller Redpath, que desapareceu a 13 de agosto de 2013 e que, dois meses e meio depois, foi encontrado morto no quintal de sua casa, em Wenhaston, no sudeste de Inglaterra, no meio da densa vegetação, que foi mesmo comparada a uma selva.

Relata esta terça-feira o jornal britânico Mirror que a mãe, Anastasia Miller, tinha procurado o filho naquele local dois dias depois do desaparecimento, e as autoridades tinham feito buscas no local a 15 de outubro de 2013 e apenas encontraram uma máscara do Dia das Bruxas.

Nove dias depois de a polícia ter passado a pente fino o local, a polícia encontrou, no meio da vegetação, o corpo já decomposto, tendo sido mesmo necessário recorrer a um teste de ADN para comprovar que, de facto, se tratava de Miller. No entanto, a autópsia então realizada foi inconclusiva quanto às causas da morte.

A polícia considera mesmo não ter encontrado provas que indiciem que se tratou de uma morte em circunstancias suspeitas.

O mistério é ainda maior quando o médico legista Peter Dean relata no seu relatório que o rapaz estava naquele local "há muito tempo ou até durante todo o tempo desde o seu desaparecimento".

Anastasia, viúva, revelou durante o tempo em que o filho esteve desaparecido que alguns objetos desapareceram de casa, o que fez supor na altura que havia sido o próprio Miller Redpath a levá-los e que estaria com vergonha de voltar a contactar com a mãe.

Um ano e seis meses depois do desaparecimento, as causas da morte são indecifráveis e as respostas sobre as circunstâncias em que ela ocorreu permanecem um mistério.

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