Pai de gémeas desaparecidas confessa que matou as filhas

O pai das gémeas suíças desaparecidas declarou "ter morto" as filhas numa carta datada de 03 de Fevereiro na qual anunciou também o suicídio, enviada da aldeia italiana de Cerignola, indicou hoje a polícia suíça.

"Os investigadores da polícia tomaram conhecimento na terça-feira de oito cartas enviadas pelo pai das gémeas a partir de Bari, segundo o carimbo postal, dirigidas à mulher", declarou o porta-voz da polícia do cantão Vaud, Jean-Christophe Sauterel, numa conferência de imprensa. Sete destes envelopes continham dinheiro.

"O último envelope datado de 03 de Fevereiro continha uma carta na qual o pai declara ter morto as duas filhas e estar em Cerignola onde se vai suicidar", indicou Sauterel. "Confirmo que no seu correio ele ainda disse que elas não sofreram e estão em paz", adiantou o porta-voz. "Muito provavelmente, elas estão na Córsega", adiantou.

O pai das gémeas suicidou-se a 03 de Fevereiro à noite ao atirar-se para baixo de um comboio na estação de Cerignola. Alessia e Livia Schepp, gémeas de seis anos, foram dadas como desaparecidas da sua casa em Lausana, na Suíça, a 30 de Janeiro, quando não regressaram depois de um fim-de-semana passado com o pai, Mattias Schepp.

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