Museu do Louvre fecha por causa dos carteiristas

O maior museu do mundo, o Louvre em Paris, fechou hoje as portas por causa de uma greve sem pré-aviso dos funcionários em protesto contra os carteiristas.

Os colaboradores do Louvre reclamam por melhor segurança nas instalações, afirmando serem tão vítimas de carteiristas como os turistas que visitam o museu. Os ladrões, denunciam ainda, são cada vez mais naquele que é centro de exposições mais visitado do mundo.

O museu tinha esta tarde placas indicando estar encerrado "até nova ordem" e foram ainda instalados cartazes junto às portas onde se lia que "as modalidades de reabertura" seriam comunicadas por telefone, escreve a AFP.

A direção do Louvre, segundo a mesma fonte, reconhece o problema dos assaltantes e até pediu, em dezembro, o reforço de policiamento no museu e arredores. Hoje, anunciou que "200 agentes exerceram o seu direito à folga".

Segundo os sindicatos da polícia, os agentes têm enfrentado casos de criminalidade organizada, como fenómenos de 'arrastão' em que grupos de jovens invadem as imediações do Louvre assaltando turistas e agredido verbal e fisicamente as autoridades. Também há registo de assaltos no interior do museu, normalmente perpetrados por jovens que, pela sua idade, entram gratuitamente nas instalações.

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