Barroso destaca papel da OPCW e desafio na Síria

O presidente da Comissão Europeia felicitou hoje a Organização para a Proibição das Armas Químicas pela atribuição do Prémio Nobel da Paz 2013, sublinhando o seu importante papel e o desafio que enfrenta atualmente na Síria.

Numa declaração divulgada em Bruxelas, José Manuel Durão Barroso considera que "a decisão do comité do Prémio Nobel da Paz é um reconhecimento poderoso do importante papel da OPCW (sigla em inglês da organização) na restrição do uso de armas químicas", acrescentando que a União Europeia -- galardoada com o Nobel da Paz 2012 -- está determinada em prestar assistência "na destruição do 'stock' de armas químicas".

"Há cerca de 100 anos, durante a I Guerra Mundial, a Europa experimentou ela própria o sofrimento causado pelo uso de armas químicas. A Síria demonstra agora que estes atos odiosos não foram erradicados do comportamento humano. A OPCW é enfrenta um desafio sem precedentes nos seus atuais esforços na Síria, onde a sua missão conjunta com as Nações Unidas está a ser ativamente apoiada pela União Europeia", escreve o presidente do executivo comunitário.

Reforçando que "a comunidade internacional tem uma responsabilidade coletiva" na missão de pôr fim aos uso de armas químicas "de uma vez por todas", Durão Barroso insiste que "a OPCW desempenha um papel chave neste esforço coletivo, que a União Europeia apoia totalmente, a nível político e sendo o maior contribuinte" para o organização.

O prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído à Organização para a Proibição das Armas Químicas, pelo trabalho na eliminação das armas químicas, anunciou o Comité Nobel norueguês.

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