Polícia identifica menina morta há 22 anos nos EUA

A polícia de Nova Iorque identificou uma menina assassinada e vítima de abuso sexual, numa zona de piquenique, em Manhattan, EUA, há mais de vinte anos.

O assassínio da menina, que teria entre três a cinco anos de idade, chocou a cidade pela brutalidade e por não ter havido familiares a procura-la.

Foi apelidada de "bebé esperança" pelos detetives policiais que trabalharam na investigação e que a enterraram em 1993, dois anos depois de ter sido encontrada, em julho de 1991.

Mas um novo impulso para resolver o caso, desencadeado pelo 22.º aniversário da descoberta do corpo, levou a polícia a procurar a mãe.

Foi identificada com a ajuda de uma pista surpreendente do público, que levou a polícia a uma irmã mais velha, noticiaram hoje os media locais.

O jornal "New York Post" revelou que o seu nome era Angelica Ramirez, citando uma fonte judicial.

Na quarta-feira, a polícia de Nova Iorque afirmou que os detetives "nunca desistiram".

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